A combustão direta de biomassa continua sendo a rota bioenergética mais madura comercialmente, e é onde a CPE tem o histórico mais longo. Projetamos e otimizamos sistemas de caldeiras que queimam resíduos de madeira, casca, serragem, hog fuel, resíduos agrícolas, bagaço, casca de arroz e outros combustíveis de biomassa sólida, em plataformas de leito fluidizado borbulhante (BFB), leito fluidizado circulante (CFB) e grelhas vibratórias e Rotativas. Nosso escopo cobre o projeto do sistema de combustão, o manuseio e a dosagem do combustível, o projeto da grelha e da esteira distribuidora, os sistemas de ar secundario, a otimização de sopradores de fuligem e toda a gama de manuseio e disposição de cinzas.
Os combustíveis de biomassa apresentam desafios que os combustíveis fósseis não têm: teor de umidade alto e variável, baixas temperaturas de fusão da cinza, escória e incrustação por metais alcalinos, corrosão induzida por cloro, e problemas de densidade e fluidez do combustível. A CPE desenvolveu ferramentas internas para a avaliação de escória e incrustação de combustíveis de biomassa, a previsão da temperatura dos gases na saída da fornalha (FEGT) e a modelagem de combustão, que consideram esses comportamentos específicos do combustível em vez de tratar a biomassa como carvão de baixa qualidade.





