Os aquecedores de processo fornecem a energia que impulsiona o cracking, a reforma, a refervura de destilação e o processamento térmico. A CPE fornece engenharia em toda a gama de configurações de fornos de processo: cilíndrico vertical (tipo cabine), caixa de tubos horizontal, serpentina helicoidal e refervedores de fogo direto. Nosso escopo inclui a avaliação e a classificação do desempenho do aquecedor: avaliar a divisão de carga entre as seções radiante e de convecção, a temperatura do bridgewall, as temperaturas do metal dos tubos e os níveis de excesso de ar em relação às condições de projeto. Cuidamos da avaliação e especificação de queimadores (seleção de queimadores de baixo NOx, revisão do BMS, ajuste de combustão para gás natural, gás combustível de refinaria e combustíveis líquidos), da otimização da seção de convecção e das superfícies estendidas, da análise do sistema de tiragem em configurações de tiragem natural, forçada, induzida e balanceada, do projeto do trem de combustível e da conformidade com NFPA 86/API 556, e da avaliação da vida útil dos tubos e da seleção de materiais para serviço de alta temperatura.
Os aquecedores de processo em serviço petroquímico frequentemente operam com altas temperaturas do metal dos tubos, com fluidos de processo propensos a coqueificação, incrustação ou degradação se a distribuição do fluxo de calor for desigual. A abordagem da CPE considera essas realidades: avaliar o risco de impacto de chama, a variação do fluxo de calor de tubo para tubo, e a relação entre a taxa de queima, o excesso de ar e as taxas de incrustação do lado do processo.





