Antes de qualquer instalação de recuperação energética de resíduos poder ser projetada, o combustível precisa ser entendido, e nas aplicações de combustível de resíduos isso significa algo fundamentalmente diferente do que na combustão convencional. A CPE caracteriza os resíduos sólidos urbanos realizando ou revisando estudos de composição de resíduos, modelando a variabilidade do poder calorífico ao longo de faixas sazonais e demográficas, e estabelecendo a especificação de combustível de base de projeto (umidade, cinza, poder calorífico, cloro, enxofre, metais alcalinos, metais pesados) que impulsiona cada decisão a jusante. Para o combustível derivado de resíduos e os combustíveis processados (engineered fuels), a CPE avalia se a qualidade de combustível declarada é realista e sustentável ao longo da vida operacional da instalação. Para o combustível derivado de pneus, os resíduos de construção e demolição (RCD) e demolição, o lodo de esgoto e os resíduos de processos industriais, a CPE identifica os contaminantes de preocupação e projeta sistemas de combustão e emissões que gerenciam os riscos específicos, ou alerta o cliente de que certas frações de resíduos devem ser excluídas.
A classificação regulatória de um combustível de resíduos (resíduo sólido, resíduo perigoso, combustível não resíduo ou combustível produto) determina quais regulações federais e estaduais se aplicam. Errar nisso pode significar a diferença entre um projeto viável e um economicamente impossível sob o marco regulatório errado. A CPE ajuda os clientes a navegar essa determinação desde a etapa de viabilidade.





